As igrejas desertas e em silêncio conseguem fazer-me sentir em paz.
Tenho a sensação que mesmo que o mundo desabe este será o último lugar a ruir.
O tempo parece que congela. Juntamente com os pés no chão de pedra ou na madeira que range a cada passo.
Não sei se estará totalmente relacionado com a minha fé, que há muito não passa por frequentar igrejas regularmente. (Há dias que sinto falta de quando mantinha o ritual.)
Sempre que estou num lugar novo e passo por uma igreja aberta faço questão de parar. As que estão cheias de turistas não.
Raios de sol acalmam-me ao entrar pelos vitrais ou pelas janelas brancas e ricocheteiam nos lustres e talha dourada num jogo de cores e embatem nas cornijas e damascos aveludados.
Mesmo não sabendo muito sobre a bíblia nem o nome dos santos que observam.
Só eu e aquelas paredes. E toda aquela mística.














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